Metais Tóxicos - Chumbo

 

 

Você conhece Candido Portinari? Ele foi um artista plástico brasileiro de maior destaque mundial que faleceu em 6 de fevereiro de 1962. O motivo? Intoxicação por chumbo presente nas tintas que usava para pintar suas obras.

 

Assim como ele, outras figuras importantes também tiveram esse mesmo diagnóstico. Um deles é Ludwig von Beethoven, que através do exame de uma amostra de seu cabelo, descobriu-se a contaminação. De acordo com William Walsh, pesquisador do Instituto de Pesquisa e Saúde, Naperville, Illinois, “cada uma das amostras estudadas (...) apresentava níveis muito acima da média”.

 

Na Roma antiga, esse metal era usado na forma de acetato de chumbo, o qual adoçava os vinhos que os imperadores consumiam, acreditando-se hoje, que muitos tenham sofrido dessa intoxicação.

 

No dia 04 de março de 2018, o programa do Fantástico da Rede Globo apresentou uma reportagem um tanto assustadora: na cidade de Barcarena, no Pará, existe uma grande contaminação por esse metal altamente tóxico ao organismo humano. De acordo com a reportagem, níveis acima do normal foram encontrados na água, colocando em risco a contaminação do lençol freático. Os moradores dessa região foram testados e através de amostrar do cabelo, viu-se que 80% dos moradores foram expostos. Devido a contaminação do lençol freático e consequentemente do solo, os moradores estão expostos ao chumbo não somente por causa da ingestão de água contaminada, mas também pelo alimento contaminado. Infelizmente, nossa legislação não determina qual a quantidade aceitável de chumbo quando encontrado através do exame capilar. A solução da justiça foi pedir então que a empresa responsável por esse grande vazamento, reduzisse a metade a sua produção.

 

Fica aqui nossas considerações:
- níveis ACIMA do normal: significa que existem níveis considerados normais de contaminação da água por chumbo?
- não existe uma legislação que determine uma quantidade aceitável de chumbo no cabelo: uma quantidade aceitável?
- solução da justiça: reduzir a metade a produção, significa que o meta vai seguir vazando, porém em menor quantidade?

 

De acordo com a própria matéria, não existe apenas um risco agudo a intoxicação, mas também a exposição repetida e crônica, o que significa que tudo isso acaba caindo em uma grande contradição e nós somos os mais afetados.

Mas se preocupar com a contaminação da água não pode ser nosso único foco, visto que encontramos esse metal em diversos outros produtos e objetos comuns no nosso dia a dia. Entre eles:
- tinta para cabelo
- tubulações de água
- tintas comuns
- esmaltes
- bebidas alcoólicas
- alimentos industrializados
- batom
- pias e torneiras
- joias
- na gasolina, até 1992, encontrava-se chumbo, o qual acabava sendo jogado para o ar que respiramos após a queima do combustível

 

As vias de exposição a esse metal são oral, inalatória e contato com a pele. Após dentro do nosso corpo, esse metal acaba sendo depositado e acumulado com o tempo com maior quantidade no sistema nervoso central, fígado, rins e ossos, o que explica os sintomas tanto agudos quanto crônicos a sua exposição. Gestantes e fetos são mais sensíveis ainda a essa exposição.

 

Os sintomas agudos podem ser náuseas, vômitos, dor abdominal, mal-estar geral, sonolência. Já os sintomas da exposição crônica são mais inespecíficos, o que faz com que seu diagnóstico seja passado em branco. São eles: anemia, dor de cabeça, irritabilidade, letargia, ataxia, convulsão, fraqueza muscular, tremores, paralisia, déficit de atenção, má formação óssea, má formação fetal, distúrbios hormonais, problemas de memória, hipertensão, problemas comportamentais e câncer.

Por isso, hoje em dia, as terapias de destoxificação e desintoxicação estão ganhando grande força.

 

O problema é que elas são solicitadas apenas quando o problema já está instalado, e não são vistas ainda como uma excelente forma de prevenção. Devido a tecnologia e aos grandes avanços da ciência, temos hoje opções extremamente seguras e eficazes de ajudarmos nosso corpo a se livrar desses metais tão maléficos. Já nos demos conta de que a exposição é certeira e inevitável, portanto, precisamos auxiliar o corpo a eliminar as toxinas que recebe diariamente. Uma das formas segura de ajudar na neutralização dessas substâncias, é a terapia quântica frequencial, a qual, através de produtos naturais, atua especificamente no metal que se deseja neutralizar, sem efeitos adversos e sem contraindicações. Desintoxicar não é apenas uma questão da moda, mas é saúde e prevenção. Ela precisa ser encarada com mais seriedade.

 

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